quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Brasil - Cada dia mais burro

As Pérolas do Vestibular 2006

As redações do vestibular de janeiro de 2006 da PUC-Rio acabam de ser divulgadas. Eis as pérolas deste ano.

Vamos começar por um título de uma redação:

"Sobrevivência de um aborto vivo."

Frases e pensamentos:

1. O Brasil é um País abastardo com um futuro promissório e parece que confusório e preocupatório também;

2. O maior matrimônio do País é a educação;

3. Precisamos tirar as fendas dos olhos para enxergar com clareza o número de famigerados que aumenta;

4. Os analfabetos nunca tiveram chance de voltar à escola;

5. O bem star dos abtantes endependente de roça, religião, sexo e vegetarianos, está preocupan-do-nos;

6. É preciso melhorar as indiferenças sociais e promover o saneamento de muitas pessoas, de nível municipal, estadual e federal;

7. Também preoculpa o avanço regressivo da violência;

Veja que bela resposta a uma pergunta formulada: "Esta eu não cei".

E assim faz-se a HISTÓRIA

1. O Hino Nacional Francês se chama La Mayonèse...

2. Tiradentes, depois de morto, foi decapitulado.

3. Entres os índios de América, destacam-se os aztecas, os incas, os maios, os pirineus, os phenícios, egipcios, e os facistas...

4. A História se divide em 4: Antiga, Média, Moderna e Momentânea, esta, a dos nossos dias.

5. Em Esparta as crianças que nasciam mortas eram sacrificadas.

6. No começo os índios eram muito atrazados mas com o tempo foram se sifilizando.

7. Então o governo precisou contratar oficiais para fortalecer o exército da marinha.

8. No tempo colonial o Brasil só dependia do café e de outros produtos extremamente vegetarianos.

Agora vamos ver como andam nosso alunos em GEOGRAFIA

1. A capital de Portugal é Luiz Boa.

2. A Geografia humana estuda o homem em que vivemos.

3. O Brasil é um país muito aguado pela chuva, senão veja a Amazônia...

4. Na América do norte tem mais de 100.000 km de estradas de ferro cimentadas.

5. Oceano é onde nasce o Sol; onde ele nasce é o nascente, e onde desce, é o decente.

6. Na América Central há países como a República do Minicana.

7. A Terra é um dos planetas mais conhecidos do mundo e suas constelações servem para esclarecer a noite.

8. As principais cidades da América do Norte são Argentina e Estados Unidos.

9. "O clima de São Paulo é assim: quando faz frio é inverno.Quando faz calor é verão; quando tem flores é primavera; quando tem frutas é outono e quando chove é inundação."

Fonte: http://www.ciaboanoticia.com.br/index.php

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Que critérios hein?


Assisti abasbacado, hoje à noite, uma reportagem na Globo News , na qual era transmitido um pronunciamento do "ex-celentísssssssssssssimo" presidente do "sem nado" (sem rumo também e sem v... há muito tempo). Bom, nesse pronunciamento da V. ex-cenlentissssssssssssma autoridade, ele dizia que o funcionário suspeito de arapongagem deveria ser "afastado de suas funções" até que tudo fosse ex-clarecido.
Coisa de louco? Não, certeza absoluta de que somos todos um bando de m.... que não merece qualquer respeito.
Seria bom que a ex-celência em questão adotasse, para si, essa postura e se "Demitisse" do cargo que ocupa.

Espero que essa teimosia sirva, ao menos, para trancar a pauta do senado até o fim do prazo de aprovação de prorrogação da CPMF.

Fica! Fica! Fica!

Outro fato interessante foi veiculado no telejornal - uns pobres coitados faziam um protesto e, vestido de franciscanos, pretendiam entregar uns pares de sandálias por lá. Sabem o que aconteceu? Pau em todo mundo.

A conclusão é que lá pode tudo: expropriar, pianar, arapongar, putanizar, cornear, malufar etc etc etc. Tudo isso pode, desde que seja pelos mandatários de ocasião e seus asseclas. Mas, fora esses, nem protestar pode.

Assim já é demais!

Para o pessoal do protesto vale (como consolo) saber que não foram os únicos a levarem safanões na porta do "sem nado". Faz pouco tempo , um caraminguá de "deputados federá" tiveram a mesma sorte.

Apuração que é bom nada, nadica de nada mesmo. E assim vai nosso Brasil varonil lá prá p... que ...


terça-feira, 9 de outubro de 2007

Perguntar não ofende...Mas, esclarecer é preciso.


Que muitos parlamentares fazem uso de jatos particulares em seus deslocamentos entre a "capitá federá" e suas respectivas bases "puliticas" já se sabe há tempos. Como diz o poeta: " Desne quando Adão era cadete qui as coisas já eram assim". Porém, o que há de ser esclarecido é: quem "paga" por esses vôos e, se pagam, resta-nos saber como. Com dinheiro? Com cheques? Com cartão de crédito? Qual será a "moeda de troca" envolvida nessas viagens-favores?
Há no ar um cheiro grande de muita sujeira e essa história, certamente, só vem a contribuir para uma argüição maior: o que é que esse "povo" está fazendo por nós? É facílimo saber o que eles pensam, querem e fazem conosco - top top top - é só espera o: "vamos estar introduzindo (com os cumprimentos ao nobre governador do distrito federá) o fumo no seu cachimbó cidadão".
Independentemente das prováveis arapongagens orquestradas por teimoso e empedernido senador das alterosas terras alagoanas, os jatinhos estavam sendo realmente utilizados? Já foram no passado? Se não há irregularidades, por qual motivo essas viagens eram alvos dos arapongas (comandados por um ex-senador e atual funcionário do gabinete do Senado José Sarney) e mais, por qual motivo não poderia vir a público?
Essas questões precisam ser esclarecidas sob pena de tornar-se um bumerangue-degola à cabeça de alguns "democratas".
É nessas horas que dá uma saudade danada do Dr.Guillotin*

* Joseph Ignace Guillotin – Foi um médico francês envolvido na causa revolucionária francesa. Por isso ele é lembrando como um político cientista. Guillotin é lembrado também como o inventor de um dos instrumentos de condenação que fez dele mundialmente conhecido – A Guilhotina.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

ENSINO BRASILEIRO: UMA LIÇÃO CANHESTRA

A PROPÓSITO - MARCELO ALCOFORADO

marceloalcoforado@speedmais.com.br



Em recente entrevista ao The New York Times, o presidente Luiz Inácio da Silva, acicatando o seu antecessor, disse que, encerrado o seu mandato, não irá fazer um programa de doutorado na Universidade de Harvard. Claro: além dos impedimentos naturais que o presidente enfrentaria, como o não ser graduado nem falar inglês, ainda restaria a desnecessidade. Afinal, tem ele repetido que nunca antes na história deste país, um presidente construiu tantas faculdades. Tantas que, neste ritmo, vão faltar alunos, não só pelo excesso de escolas superiores, mas, igualmente, pela incúria para com o ensino básico.

Pelo menos é o que se depreende do que informou, em setembro, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE. Em meio a 36 países – desenvolvidos e em desenvolvimento –, diz ela, o Brasil é o país que menos emprega recursos para a área. São US$ 1.303,00 anuais por estudante, cerca de um décimo do que empregam os Estados Unidos, e menos da metade do que investe o Chile, aquele país que, segundo afirmou certa vez o presidente Luiz Inácio da Silva, é uma piada, um país de merda.

Aduz o relatório, que o Brasil foi o país que apresentou a maior disparidade entre os gastos na educação básica e na superior, tanto que, no ensino médio, estamos em último lugar e, no ensino básico, à frente apenas da Turquia. Já no ensino superior, estamos bem: US$ 9.019,00 por estudante – 18ª posição na OCDE, ombro a ombro com a Espanha e a Irlanda, e acima da Nova Zelândia, Itália e Portugal. Não obstante o crescente número de faculdades, contudo, o Brasil é, dos países pesquisados, o que apresenta o menor percentual de estudantes no ensino superior, apenas 8%. O que, com tantas vagas disponíveis, poderá ensejar o doutorado do presidente da República. Afinal, por aqui sempre se encontrará um jeito de dispensar a graduação, além de ser desnecessário o domínio da língua inglesa.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Quem não tem decoro não pode bater no couro...

É brincadeira o que vem acontecendo no Senado Federal. Não bastasse a baixaria (para não dizer coisa mais apropriada) que culminou, em plenário, na votação secreta que livrou o Sr. Renan da cassação por falta de decoro parlamentar (pelo menos por enquanto). Mas, pelo andar da carruagem "nada de novo"- Paira sobre o tenso e viciado ar da Capitá federá(?) - já vem fedendo há bastante tempo. Visto o tamanho cada vez maior das "M...s" e "C...s" que lá ocorrem) um intenso cheiro de PIZZA.
Estendendo essa visão para o Congresso e os últimos acontecimentos e, como dizia Justo Veríssimo, figura caricata do político brasileiro e famoso personagem de Chico Anísio: " Eu quero que pobre se exploda!". Mas, pelo visto, a realidade do nosso Congresso fê-lo perder todo o sentido cômico. Pois, foi literalmente "engolido" pelas cruentas vivências da política nacional e de "nossos representantes". Assim, parafraseando o personagem, é mais justo e veríssimo reconstruir a frase: "EU QUERO MAIS É QUE O POVO SE F... ESTOU AQUI É PRÁ ROUBAR!"
Esse é um sentimento de igualdade, de miscuidade, de sordidez que alimenta o crescente processo de completa letargia do Congresso. É evidente que julgar o Sr. Renan é, de certa forma, enterrar a carapuça. Talvez aí resida o medo de julgar e a necessidade do segredo no voto. Pois, há mais sujeira embaixo desse tapete e, na realidade ninguém lá quer saber de "faxina", resta-nos indignarmos com a "passadinha de pano".
Finalizo lembrando outra mítica frase de sucesso, repetida à exaustão pelo jornalista Boris Casoy na tv brasileira: "Isso é uma vergonha!"