quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Quem não tem decoro não pode bater no couro...

É brincadeira o que vem acontecendo no Senado Federal. Não bastasse a baixaria (para não dizer coisa mais apropriada) que culminou, em plenário, na votação secreta que livrou o Sr. Renan da cassação por falta de decoro parlamentar (pelo menos por enquanto). Mas, pelo andar da carruagem "nada de novo"- Paira sobre o tenso e viciado ar da Capitá federá(?) - já vem fedendo há bastante tempo. Visto o tamanho cada vez maior das "M...s" e "C...s" que lá ocorrem) um intenso cheiro de PIZZA.
Estendendo essa visão para o Congresso e os últimos acontecimentos e, como dizia Justo Veríssimo, figura caricata do político brasileiro e famoso personagem de Chico Anísio: " Eu quero que pobre se exploda!". Mas, pelo visto, a realidade do nosso Congresso fê-lo perder todo o sentido cômico. Pois, foi literalmente "engolido" pelas cruentas vivências da política nacional e de "nossos representantes". Assim, parafraseando o personagem, é mais justo e veríssimo reconstruir a frase: "EU QUERO MAIS É QUE O POVO SE F... ESTOU AQUI É PRÁ ROUBAR!"
Esse é um sentimento de igualdade, de miscuidade, de sordidez que alimenta o crescente processo de completa letargia do Congresso. É evidente que julgar o Sr. Renan é, de certa forma, enterrar a carapuça. Talvez aí resida o medo de julgar e a necessidade do segredo no voto. Pois, há mais sujeira embaixo desse tapete e, na realidade ninguém lá quer saber de "faxina", resta-nos indignarmos com a "passadinha de pano".
Finalizo lembrando outra mítica frase de sucesso, repetida à exaustão pelo jornalista Boris Casoy na tv brasileira: "Isso é uma vergonha!"

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